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Notícias
Os cistos são tipos de nódulos preenchidos com um conteúdo líquido, semi-sólido ou gasoso, como espécies de bolsas, e são, na maior parte dos casos, benignos e assintomáticos. Eles podem se desenvolver em qualquer local do corpo, sendo mais comum surgirem em órgãos como mama, tireoide, ovários, fígado ou articulações, por exemplo.
A artrose, conhecida como osteoartrite ou osteoartrose, é uma doença reumática crônica muito comum em indivíduos com mais de 65 anos de idade, caracterizada por um desgaste e, consequentemente, deformidades e alterações na função da articulação afetada.
Apesar de ser mais comum em mulheres, a infecção urinária também pode afetar homens e causar sintomas como urgência para urinar e dor e ardor durante ou logo após o fim da micção. Essa doença é mais comum em homens com mais de 50 anos de idade, especialmente nos que costumam praticar sexo anal e que não foram circuncidados, além de homens que têm algum problema que bloqueia a saída da urina ou que usam sonda para urinar.
A pré-diabetes é uma situação que antecede a diabetes e serve de alerta para evitar a progressão da doença. O indivíduo pode saber que é pré-diabético num simples exame de sangue, onde pode-se observar os níveis de glicose no sangue, ainda em jejum. A pré-diabetes indica que a glicose não está sendo bem aproveitada e está ficando acumulada no sangue, mas ainda não caracteriza a diabetes. O indivíduo é considerado pré-diabético quando os valores da sua glicemia em jejum variam entre os 100 e 125 mg/dl e é considerado diabético se esse valor atingir os 126 mg/dl. Sintomas da Pré-diabetes A pré-diabetes não tem qualquer sintoma e esta fase pode durar de 3 a 5 anos. Se durante este período a pessoa não se cuidar é muito provável que desenvolva diabetes, uma doença que não tem cura e que necessita de controle diário. As únicas formas de saber se a pessoa tem diabetes é através da realização de exames. A glicemia de jejum normal é de até 99 mg/dl, por isso quando o valor está entre 100 e 125, a pessoa já se encontra na pré-diabetes. Outro exame que também serve para o diagnóstico da diabetes é o teste da…
O teste do pezinho, também conhecido como triagem neonatal ou rastreio neonatal, é um exame grátis e obrigatório feito em todos os bebês recém-nascidos, a partir do 3º dia de vida, que ajuda a diagnosticar algumas doenças, como Fenilcetonúria ou Hipotireoidismo congênito. Geralmente, o teste do pezinho ajuda a diagnosticar precocemente doenças congênitas que podem ser tratadas desde os primeiros dias após o nascimento para permitir melhorar a qualidade de vida da criança. As doenças detectadas pelo teste do pezinho básico variam conforme o Estado brasileiro, no entanto obrigatoriamente a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito são sempre pesquisadas. Doenças detectadas pelo teste do pezinho básico As doenças detectadas pelo teste do pezinho básico incluem: 1. Fenilcetonúria A fenilcetonúria é uma doença congênita na qual o sistema digestório do bebê não consegue digerir a fenilalanina, uma proteína presente em alimentos como ovos e carne, que, quando não digerida pode se tornar venenosa para o organismo, provocando comprometimento neurológico no desenvolvimento da criança. Como é feito o tratamento: deve-se eliminar alimentos com fenilalanina da dieta da criança. 2. Hipotireoidismo congênito O hipotireoidismo congênito é uma doença na qual a tireoide do bebê não consegue produzir quantidades normais de hormônios, podendo prejudicar o…
A labirintite normalmente é causada por infecções causadas por vírus ou bactérias, sendo comum o seu início estar ligado a gripes e resfriados. Além disso, ela também pode iniciar devido a infecções no ouvido, ao uso de medicamentos ou devido a causas emocionais, como excesso de estresse e de ansiedade. A labirintite é inflamação do labirinto, uma região interna do ouvido que é responsável pela audição e pelo equilíbrio do corpo, causando sintomas como tonturas, vertigens, enjoo e mau estar, principalmente em idosos. Assim, para ajudar no tratamento, é preciso identificar a causa do problema, que pode ser Infecções virais, como gripes, resfriados, papeira, sarampo e febre glandular; Infecções bacterianas, como meningite; Alergias; Uso de medicamentos que podem afetar o ouvido, como aspirina e antibióticos; Doenças como pressão alta, colesterol alto, diabetes e problemas na tireoide; Traumatismo craniano; Tumor cerebral; Doenças neurológicas; Disfunção da articulação têmporo-mandibular (ATM); Consumo excessivo de bebidas alcoólicas, café e cigarro; Excesso de estresse e ansiedade. É importante procurar o médico para avaliar a causa do problema, pois algumas vezes as tonturas sentidas pelo paciente podem não representar labirintite. Diagnóstico O diagnóstico da labirintite é feito a partir de exame clínico, onde o médico verifica a…
O esgotamento nervoso não é reconhecido como uma doença, no entanto, pode ser sinal de transtornos psicológicos, como ansiedade ou depressão e, por isso, saber reconhecê-lo ajuda a identificar precocemente problemas que precisam ser tratados. Geralmente, os sintomas de esgotamento surgem quando existe excesso de estresse, impedindo o funcionamento mental correto. Podem surgir sintomas físicos como batimento cardíaco irregular, dores musculares, tonturas, tosse persistente e dores de cabeça constantes. Quando ir ao médico Alguns destes sintomas podem surgir após uma situação de estresse excessivo e desaparecer em poucas horas e, nesses casos, não é necessário ir ao médico, sendo apenas recomendado relaxar. No entanto, quando surgem vários sintomas ou duram por mais de 2 dias pode ser recomendado consultar um psicólogo para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado. Como é feito o tratamento O tratamento para esgotamento nervoso depende da sua causa, mas normalmente quando é causado pelo excesso de estresse é feito com o uso remédios para acalmar, como Pasalix e um período de férias. Já nos casos de problemas psicológicos, como a Síndrome de Hulk, podem ser também necessários remédios antidepressivos, como Prozac, e terapia com o psiquiatra. Durante o tratamento para esgotamento nervoso deve-se também …
A principal forma de se prevenir contra a infecção da febre amarela é através da vacina, disponível nos postos de saúde ou em clínicas de imunização. Além disso, também é necessário evitar a picada dos mosquitos transmissores, devendo-se tomar alguns cuidados como eliminar qualquer foco de água parada onde os mosquitos possam se multiplicar, usar repelentes, mosquiteiros e roupas compridas sempre que estiver em zonas de maior perigo. A infecção pela febre amarela acontece quando uma pessoa que nunca teve a doença ou que não tenha tomado a vacina é picada por um mosquito infectado, devendo-se lembrar que uma pessoa não transmite diretamente a infecção para outra pessoa. 1. Tomar a vacina A vacina contra a febre amarela faz parte do calendário básico de vacinação no Brasil, e é indicada para crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões classificadas como áreas de risco para a infecção, ou quando se irá realizar viagem nacional ou internacional para localidades onde há risco de transmissão da doença ou onde há obrigatoriedade de comprovação da vacinação. Quando vacinar: a primeira dose da vacina pode ser tomada aos 9 meses, com uma dose de reforço aos 4…
A febre amarela é uma doença infecciosa grave que pode ser transmitida pela picada de dois tipos de mosquitos, o Aedes Aegypti ou o Haemagocus Sabethes. Essa doença causa sintomas como dor abdominal, dor de cabeça e febre e deve ser tratada de forma a aliviar os sintomas. Indicamos aqui as 9 dúvidas mais comuns em relação a esta doença: 1. Quando tomar a vacina? A vacina contra a febre amarela está indicada para todas as pessoas que vivem em áreas de risco, como a região norte do Brasil e alguns países em África, mas também deve ser tomada por pessoas que pretendam viajar para esses locais, que trabalham com turismo rural ou que precisam entrar na floresta destas regiões e que nunca tenham sido vacinadas. A vacina pode ser tomada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença, como o Brasil e a África, podendo ser aplicada a partir dos 9 meses de vida. A vacina é contraindicada a gestantes, imunodeprimidos, que são os indivíduos com o sistema imune debilitado, e pessoas alérgicas à gema de ovo. Em 2018, foi ainda liberada a vacina fraccionada, que contém 1/10 da dose da vacina completa…
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